
— Protocolo clínico estruturado
Do controle da abstinência ao acompanhamento contínuo
Cada fase do tratamento é prescrita e monitorada: desintoxicação supervisionada, farmacoterapia para conter a fissura e reavaliações periódicas que ajustam o plano enquanto o paciente avança.
O que acontece após na internação
01 — Desintoxicação monitorada
02 — Farmacoterapia e estabilização
03 — Pós alta do paciente
Sinais vitais aferidos continuamente nas primeiras 72 horas. O enfermeiro registra o estado clínico e o psiquiatra ajusta os fármacos de suporte para conter crises de abstinência com segurança.
Medicamentos prescritos para reduzir o desejo compulsivo pela substância, estabilizar humor e ansiedade, e sustentar o estado neurobiológico necessário para que o trabalho psicológico seja efetivo.
O plano de cuidados não se encerra com a saída da unidade, o paciente tem que seguir o plano de tratamento, prevenção de recaídas, lista de evites, programações de a/a - n/a, viver e por em prática dia a dia.


Medicamento como ferramenta clínica, não como conforto
A fissura tem substrato neurobiológico: circuitos dopaminérgicos alterados pelo uso crônico. Fármacos específicos interferem nesse mecanismo, reduzindo o impulso compulsivo enquanto o sistema nervoso central se reorganiza.
O psiquiatra revisa a resposta medicamentosa em cada consulta. Dose, classe farmacológica e combinações são ajustadas com base em dados clínicos objetivos — não em protocolo fixo.
Entenda como funciona a internação voluntária ou involuntária
A triagem inicial é conduzida por um especialista via whatsapp ou ligação. Avaliamos o quadro do paciente antes de qualquer compromisso.
