Quatro especialistas. Um protocolo coordenado.
Cada função clínica tem escopo definido: neurobiologia, conduta emocional, reabilitação psicossocial e monitoramento contínuo. Nenhum papel se sobrepõe; todos convergem no mesmo paciente.
Cada cargo com escopo preciso
Diagnóstico neurobiológico e prescrição
Gatilhos emocionais e prevenção de recaída
Reabilitação psicossocial e rotina estruturada
Monitoramento contínuo e cuidado clínico direto
Avalia as alterações cerebrais causadas pela dependência, prescreve fármacos para contenção da fissura, gerencia a desintoxicação e estabiliza humor e ansiedade ao longo do tratamento.
Realiza escuta ativa do histórico de vida, identifica gatilhos emocionais que sustentam o consumo e conduz psicoterapia individual para ressignificação de padrões de comportamento.
Monitora sinais vitais e estado mental em tempo real, administra medicamentos prescritos com controle rigoroso e realiza anamnese para planejar cuidados individualizados a cada paciente.
Desenvolve estratégias de enfrentamento para situações de risco, reconstrói rotina funcional sem substâncias e trabalha questões psicológicas subjacentes que alimentam o ciclo de uso.
O psiquiatra define o protocolo farmacológico e neurobiológico desde a internação. Psicólogo e terapeuta atuam em paralelo — sem sobreposição — nos vetores emocional e psicossocial.
Um diagnóstico. Quatro frentes de ação simultânea.
O enfermeiro sustenta a estabilidade clínica diária: é ele quem detecta precocemente crises de abstinência e ajusta a comunicação com a equipe médica antes que o quadro evolua.
